02/12/2016 10:00 - EM
Futebol
Abel Braga e Fluminense: uma história que ganha novo capítulo
Como jogador, revelado nas categorias de base do clube e profissionalizado na década de 1970; À beira do campo, bicampeão carioca e comandante do tetra


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O Abelão está de volta. E pronto para escrever novos capítulos em uma história já recheada de grandes contos. O início de tudo foi nas categorias de base, quando um zagueiro para lá de sério dava os primeiros passos no futebol e buscava a chance de dar um rumo na vida. Entre 1971 e 1976, fez 75 jogos, marcou três gols e, posteriormente rodou o Brasil. Retornou em 2005, desta vez como técnico e conquistou o Carioca daquele ano. Saiu novamente. Mas não parou por ali. Em 2011, já na gestão Peter Siemsen, Abel Braga voltou às Laranjeiras para ganhar mais um estadual e ser o comandante do Tetracampeonato brasileiro.

Apenas esta introdução seria o suficiente para marcar história. Mas o Fluminense e Abel querem mais. Por esse motivo, clube e técnico se acertaram para uma terceira passagem. Aliás, Abelão é o terceiro treinador que mais dirigiu o Tricolor à beira do campo, com 219 partidas (115 vitórias, 44 empates e 60 derrotas). E contando...

- O torcedor pode ter certeza de que o Fluminense terá um time com identidade, com alma. Estou chegando com muita vontade de trabalhar e com paixão. Sou tricolor. O clube evoluiu muito. Não dá para chamar aquele local na Barra da Tijuca de CT. Deram uma ideia lá embaixo e gostei. É uma Vila dos Guerreiros. O Fluminense alcançou a maioridade e nossa força é nossa história. Estamos prontos para lutar à altura de nossa tradição - disse Abel.

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"Esse clube me formou homem na etapa mais importante da minha vida". Essa frase, dita por Abel na coletiva de apresentação em 2011 mostra o quanto o Fluminense é importante para o treinador. Como jogador, teve a oportunidade de ser treinado pelo ex-zagueiro e grande ídolo Pinheiro, a quem tem como espelho e de quem herdou não só o jeito sério, como o profundo respeito e admiração pelas três que traduzem tradição.

- Pinheiro foi fundamental. Foi o técnico que mais me deu bronca e que mais me ensinou. Eu saí de atacante para zagueiro e precisei aprender todas as noções da nova posição. E se hoje sou esta pessoa, tenho caráter e sou um treinador, devo muito ao Pinheiro e ao Fluminense - afirmou.

Em sua última passagem pelo Fluminense, que durou pouco mais de dois anos, Abel Braga lamentou ter que deixar o clube. O presidente Peter Siemsen, que cumpre seus últimos dias de mandato, também disse que a saída do treinador foi uma com a qual ele não concordou na época. Mas quis o destino que houvesse tempo de reparar e a relação fosse retomada. E com promessa de muitas conquistas pela frente. Pode comemorar, torcida tricolor. O Abelão está de volta.

Autor: Vitor Pimenta - Comunicação Institucional FFC
Fotos: Arquivo FFC e Nelson Perez / Fluminense FC

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