Em dois anos tudo mudou na vida de Isaac. O garoto que em janeiro do ano passado pensava em abandonar o sonho de se tornar jogador de futebol hoje vê a vida lhe sorrir. Na última terça-feira, o Moleque de Xerém de apenas 18 anos viveu uma noite inesquecível ao fazer sua estreia como profissional do Fluminense em pleno Maracanã. Os poucos minutos em campo foram o suficiente para eternizar o dia 17 de janeiro de 2023 em sua memória.“Primeiro eu senti um frio na barriga que todo jogador que sobe para estrear eu acho que sente. Passou um filme na cabeça e eu não estava acreditando”, afirmou o garoto, que dedicou momento ao pai Genivaldo, que morreu de câncer no ano passado:“Foi um sensação maravilhosa, estou muito feliz. Passou um filme na minha cabeça quando o Diniz me chamou. O que realmente eu mais queria era que meu pai tivesse no Maracanã essa noite para me assistir. Mas tenho certeza de que onde quer que ele esteja ele viu e está muito orgulhoso de mim”.De família humilde, Isaac chegou ao Fluminense em fevereiro de 2021, após se destacar nas categorias de base do River-PI. Nascido em Teresina, encontrou no Rio a realização de algo que almejada desde que chutou uma bola pela primeira vez na vida.“Foi tudo muito rápido, eu não acreditei que estaria aqui hoje. Mas o meu trabalho me permitiu realizar meu sonho de criança”, disse.A ascensão de Issac no Fluminense foi meteórica. No ano passado, o atacante foi um dos principais destaques da equipe Sub-20, condição que manteve durante a Copa São Paulo da categoria deste ano, quando despertou a atenção do técnico Fernando Diniz. Na vitória por 1 a 0 sobre o Nova Iguaçu na terça, ele foi relacionado junto a outros quatro atletas que defenderam o Flu na Copinha: Arthur, Freitas, João Lourenço e Kayky. A oportunidade de se juntar ao grupo surgiu com a decisão de preservar boa parte dos jogadores que atuaram na estreia do time na temporada.“Ficou mais tranquilo (estar com eles), são meninos com quem eu tenho mais intimidade. Fiquei bem, a gente se conhece da base e é muito bom treinar e jogar com eles”, disse.E, como em toda a primeira vez de um jogador que sobe da base para o profissional, Isaac não escapou do tradicional trote dos veteranos. Antes da partida, teve o cabelo raspado e brincou ao lembrar da situação.“Eu nunca tinha deixado minha cabeça assim, na máquina zero. Ainda deixaram uns tufos de cabelo na cabeça, está muito feio. Vou ter que usar boné agora. Só assim para dar um jeito”.Fotos: Marcelo Gonçalves/FFCTexto: Comunicação/FFC
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